quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

James, o amor que muitos acham impossível

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Depois de uma entrevista dada ontem ao jornal Marca de Espanha, onde Wilson Rodríguez, pai de James Rodríguez, afirma o amor que o filho tem pelo Real, eu decidi escrever-vos acerca do meu 'amor' pelo filho dele.

Não é de hoje nem de ontem que os meus olhos brilham ao falar do James e o meu coração se enche de revolta para com o Zidane por lhe ter tirado a alegria que ele sempre mostrou em campo.

Pois Bárbara mas tu não és do Benfica? Como consegues gostar de um jogador que jogou no Porto? Também gostavas dele quando ele jogava nos dragões.

A resposta é, sim sou do Benfica, consigo gostar dele porque consigo ver para além de clubes, consigo ver a qualidade que ele tem e sim, também gostava dele quando ele jogava no Porto. Aliás, eu comecei a gostar dele, ele ainda nem tinha chegado ao Porto.

Sei que muita gente não segue campeonato argentino, agora por incompatibilidade de horários não sigo mas sempre gostei, e foi lá, no Banfield que vi o James a jogar pela primeira vez.

Quando soube que poderia vir para o Benfica, através dos jornais, não havia pessoa mais feliz, ele já falava à Benfica e tudo, dizia que era um orgulho vestir a camisola vermelha e branca. Pois, mas foi sol de pouca dura. Ele acabou no Porto e eu acabei triste.

Continuei a ser do Benfica incondicionalmente, torcia para que o Porto perdesse mas que o James jogasse e que marcasse algum golo.

Seguiu-se Mónaco e depois Real. Para quem me conhece sabe que o Real e eu não íamos muito à bola mas lá engoli o sapo e hoje é o dia que tenho uma camisola do Real com o nome do James (camisola essa que me recusei a vestir até ter o nome do James estampado).

Agora o Bayern, clube que eu não desgosto mas na Alemanha sou pelo Dortmund, voltei a ver jogar o James, aquele James do Porto, Mónaco e Real de Ancelotti, a mesma alegria que sempre me habituou, aquelas fintas magníficas e golos de tirar o chapéu.

Se voltar ao Real, espero que desta vez o Zidane tenha aberto os olhos e visto o que realmente andou a perder. Se não, que contínue no Bayern, onde tem jogado com regularidade e marcado golos magníficos.


Bárbara Pereira