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sexta-feira, 15 de março de 2019

Se sonhar é permitido, que comece o sonho!





Realiza-se hoje o sorteio dos quartos-de-final da Liga dos Campeões. É um misto de emoções. O sonho de voltar a levantar a taça é gigante, mas é preciso manter os pés bem assentes na terra e perceber que há equipas que, atualmente, têm mais condições para o conseguir. Ainda assim, sonhar não é proibido e enquanto o FC Porto jogar como equipa tudo é possível. 


Manchester United, Manchester City, Liverpool, Tottenham, Barcelona, Juventus, Ajax e FC Porto. São estas as oito equipas classificadas para os quartos-de-final. São estas as oito melhores equipas da Europa. E há uma certeza: uma delas será a vencedora.



Sinceramente, qualquer equipa será um adversário difícil e temível para o FC Porto, mas, se analisarmos pormenorizadamente, talvez o Ajax seja a equipa teoricamente mais acessível. De qualquer das formas, os holandeses chegam a esta fase da prova depois de eliminarem os campeões em título, o Real Madrid. Portanto, facilitismos é coisa que não haverá. 



De todos os adversários, o que me causa maiores calafrios é o Liverpool. A explicação é simples... A derrota pesada no dragão, por 5-0, na época passada, ainda não foi esquecida e a possibilidade de viver tudo outra vez, é assustadora. Mas dos fracos não reza a história. 



As restantes equipas ingleses são sempre equipas temíveis. O futebol inglês, para mim, continua a ser o melhor. E, por isso mesmo, a ter as melhores equipas. O United recuperou de uma desvantagem da primeira mão. O City deu uma lição de futebol ao Schalke. Já o Tottenham foi imperial diante do Dortmund. Nenhuma equipa é acessível.



Sobram ainda dois gigantes: Barcelona e Juventus. As duas equipas por si só já são de um nível superior, mas se juntarmos a isso terem os dois melhores jogadores do mundo: Ronaldo e Messi... As coisas complicam.



Seja qual for o adversário, o FC Porto tem apenas de ser igual a si próprio e jogar de acordo com as suas capacidades. Nenhum jogo está ganho antes de começar, nem nenhuma equipa vence sem jogar. Sonhar é permitido. Que se sonhe. As contas fazem-se no fim.

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Jogar à FC Porto é isto!


Completamente alheio às noticias do vizinho, o FC Porto tem estado a um nível altíssimo e a cumprir, na perfeição, os objetivos delineados no inicio da temporada. A qualificação em primeiro lugar para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões foi apenas a cereja no topo do bolo da equipa de Sérgio Conceição, que se tem superiorizado, e muito, aos rivais.

Ter sido campeão nacional na época passada tem dado alguma confiança ao FC Porto, mas estes resultados não são feitos apenas disso... há muito trabalho, muita garra, muita ambição também.

Ainda estamos em novembro, mas os portistas continuam na Taça da Liga, na Taça de Portugal, em primeiro lugar no campeonato e a fazer uma caminhada imaculada na champions. Sinceramente? Os adeptos não podiam pedir mais, nem melhor.

Numa conferência recente, Sérgio Conceição afirmou que a derrota no estádio da Luz foi sinal de "bater no fundo", e o que é certo - e dando voz ao velho cliché - depois de bater no fundo ganha-se um maior impulso para cima. E parece que foi isso que aconteceu. Desde essa derrota que o FC Porto só somou vitórias atrás de vitórias, fosse contra quem fosse. A nível individual, os jogadores tem estado a jogar de forma séria, competente e  com determinação. Em equipa... Bem em equipa... têm dado a vida uns pelos outros. E é isso que tem feito a diferença, é isso que faz do Porto uma equipa diferente. A forma como joga, a maneira como os adeptos vivem este amor e a paixão que dentro de campo os jogadores demonstram pelo símbolo que carregam ao peito. Os ingredientes do sucesso são apenas estes: tão simples, mas tão difíceis de atingir. É preciso um treinador de pulso firme para levar avante o navio e parece que Sérgio Conceição controla facilmente o mar azul, por vezes agitando.

Uma coisa é certa, este Porto está no caminho certo, é acreditar que este rigor e disciplina se irá manter e rezar... rezar que os oitavos-de-final da champions sejam mágicos. Afinal num grupo equilibrado foi o Porto o tubarão.


Filipa Mesquita

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Benfica x Porto - que comece o espetáculo!


Este domingo há jogo grande na luz - Benfica e Porto medem forças à 7ª. jornada. Favoritismo para os da casa, que em casa nem sempre são felizes... mas adiante. A verdade é que o jogo ainda não começou, mas já deu pano para mangas nas últimas semanas. Primeiro por ser inicialmente à porta fechada, depois por todo o aparato envolvente às duas direções. Tudo menos aquilo que interessa - o espectáculo que só um bom jogo de futebol proporciona. E é esse mesmo espetáculo que os adeptos dos dois clubes querem e pedem. Joguem à bola, o resto não interessa. Pelo menos agora...

Com um arranque de campeonato meio tremido, o Porto visita a Luz com mais um ponto do que os encarnados. Se por um lado a equipa de Rui Vitória já escorregou duas vezes - com dois empates diante do Sporting e Chaves -, os homens de Sérgio Conceição caíram com estrondo, em casa, perdendo diante do Vitória de Guimarães. Mas apesar destes contratempos, as duas equipas estão aparentemente motivas, depois dos jogos europeus terem corrido de feição. O Benfica venceu o Aek de Atenas, e o Porto o Galatasaray. Bons resultados que deixam as duas equipas com maior confiança.

Espera-se casa cheia e um jogo cheio de emoções. De um lado um campeão nacional, do outro o ex-campeão. Rivalidade acesa dentro e fora de campo. Ainda estamos no inicio da temporada e independentemente do resultado não será decisivo para nenhuma das equipas, ainda assim, espera-se muita vontade de vencer. Enquanto adepta peço apenas espetáculo e que joguem à bola, sem vedetismos. Uma equipa vale pelo todo, pelo símbolo que carregam ao peito. 

quinta-feira, 11 de maio de 2017

A perder títulos assim, não há coração que aguente!



Apesar de matematicamente o campeonato ainda não estar decidido, dificilmente o título de campeão fugirá ao SL Benfica. Sou suspeita para falar, mas apesar dos encarnados conquistarem o Tetracampeonato, esta época fica mais conhecida por duas denominações: campeonato da treta ou liga Salazar. Com a primeira concordo, a segunda não, uma vez que dizem por aí que o Salazar nem benfiquista era, mas adiante...
Vou explicar porque motivo concordo com o campeonato da treta... houve tantas falhas, que por mínimas que sejam, podem realmente ter decidido um campeonato. Falhas imperdoaveis dos árbitros também, mas para mim a maior falha foi dos adversários... O FC Porto teve o título na mão, mas não agarrou, não quis, desperdiçou! Isto sim foi uma verdadeira treta e impensável acontecer há uns anos atrás, tendo em conta termos ganho campeonatos na reta final e com vitórias históricas.

Mas chegar à reta final a cinco pontos do líder é difícil de aceitar, uma vez que em muitas jornadas estavamos apenas a um ponto... Há alguém capaz de me explicar como é que em sete jogos o FC Porto empatou CINCO? Cinco empates é demasiado desperdício. Se por um lado é bom não perder, por outro é péssimo não ganhar. E pensar que desses cinco empates, dois foram em casa. Em casa, na nossa fortaleza, com um apoio incrível do inicio ao fim. Chega! Basta de acreditar e de dizer "para o ano é que vai ser" - porque a jogar assim, nem daqui a 10. É duro pensar assim, mas é verdade. É inadmissível, um clube que dominava as competições internas estar há quatro épocas sem ganhar um único título. Claro que não vencendo não pode investir em jogadores e treinadores... Mas os milagres não acontecem, é precisar fazer mais, jogar mais e mudar, completamente, a dinâmica de um clube que está a ficar irreconhecível. Se há uns tempos era temido por muitos, nos dias de hoje torna-se uma presa fácil. E isto sim, é uma verdadeira treta!

Não há Jesus nem Espírito Santo capaz de fazer jus à vinda do Papa a Portugal... quem se continua a rir é o "não treinador" Rui Vitória. E nós adeptos rivais, cá estamos a ver o tetra dos outros, quando sabemos tão bem, o quão perto esteve este título.



Filipa Mesquita


quinta-feira, 27 de abril de 2017

Tirem-nos tudo, menos o Brahimi!





Neste momento falar do FC Porto causa-me alguma mágoa, confesso. É o meu clube, são as minhas cores, mas não tem sido fácil lidar com tanto desperdício. Até determinada altura brincava com os empates, até porque vi uma seleção, a melhor, a vencer o campeonato da Europa com muitos empates. Mas agora a brincadeira deixou de ter piada e arrisco-me a dizer que perdemos o campeonato frente ao Vitória de Setúbal, mas depois lembro-me que também perdemos pontos depois disso e fico sem perceber como é que é possível… Mas tão grave como perdermos pontos, e sem querer entrar em arbitragens, é perdermos o nosso mágico, o Brahimi.

É mesmo caso para dizer: Tirem-nos tudo, menos o nosso maior craque!

Não acho que se deva falar de individualidades para falar de um clube, mas neste caso, o número 8 merece todo e qualquer destaque. Porque é isso que ele tem feito, destacar-se no meio de tantos outros craques.

É importante ter um bom guarda-redes para as bolas não entrarem, é importante ter defesas para evitar que a bola se aproxime da baliza, é importante ter médios que comecem as jogadas, é importante a parte ofensiva para a bola entrar na baliza adversária… Mas também é tão importante ter um jogador capaz de mudar a monotonia dos jogos. Um jogador capaz de pegar na bola no meio campo e terminar com ela no fundo das redes. Um jogador capaz de desequilibrar, de fintar, de sentar defesas, de assistir e finalizar. No FC Porto esse jogador é o Brahimi, indiscutivelmente, não digo com isso que os outros jogadores não são importantes, porque o são.
Mas vamos a factos... começar a época sem ter lugar na equipa, não foi fácil. Caracterizavam-no por não saber jogar em equipa. Mas quem o vê hoje, não imagina como o jogo dele mudou e consequentemente mudou o jogo da equipa. Um jogador que deixou as individualidades em casa, que a usa apenas quando não há soluções, que consegue descobrir os companheiros, e jogar finalmente em equipa. Foi neste "monstro" que o Brahimi se transformou.


Foi injusto o que aconteceu em Braga, ainda hoje me questiono como é que é possível um quarto arbitro dar indicações ao arbitro para o Brahimi, no banco, ser expulso. Mas pior que isso, foi a justificação... Só porque falou em francês e face a isso o arbitro não percebeu? Mas afinal que culpa tem o jogador? Não entendo, nem vou entender. O FC Porto recorreu do castigo, mas não acredito que em Chaves o Brahimi já jogue... Um jogo tão difícil, num campo tão complicado, só espero que, mais uma vez, não termine num empate.
Ainda há hipóteses de voltarmos a vencer um campeonato, não deitem já a toalha ao chão, não peguem já nos lenços brancos. Quatro jogos, quatro finais, só podem terminar com vitórias. A união faz a força, com coragem e esforço, tudo é possível.  




Filipa Mesquita

quarta-feira, 15 de março de 2017

FC Porto: Começou e acabou em Itália




Acabou o sonho azul e branco na liga milionária assim como acabou a representação lusa nos grandes palcos europeus. 
Uma temporada um tanto ou quanto desastrosa das equipas portuguesas, que ficou aquém das expectativas. Desde 2002 que havia pelo menos uma equipa portuguesa nos quartos-de-final de uma competição europeia. Este ano será diferente. E em 2018/2019 as consequências serão sentidas!
Mas deixemos as teorias para serem postas em prática por quem de direito o deve fazer e hoje, mais uma vez, falarei com o coração apertado de uma adepta que vibra em todos os momentos do clube, porque o futebol também é isto, alegria e tristeza que nunca se sobrepõe ao orgulho.

A verdade é que o FC Porto perdeu os dois jogos dos oitavos-de-final frente à Juventus, é verdade também que nos dois duelos se notou a superioridade italiana, mas não é menos verdade que a jogar 11 contra 11 a velha senhora não marcou um único golo. Na globalidade dos jogos ter de jogar mais de 90 minutos com menos um elemento era de prever este desfecho, mesmo que em determinados momentos me tivesse passado pela cabeça que seria possível, o Alex Telles e o Maxi injetaram uma dose de realidade. Foi duro assistir a esta eliminatória, mas foi igualmente satisfatório ver os guerreiros que temos dentro e fora de campo. E por isso mesmo, e aos meus olhos, o melhor em campo nas duas mãos foram os adeptos azuis e brancos. Na verdade perdemos em quase tudo, no resultado, na posse de bola, nos remates, nas ocasiões de golo... mas quanto ao amor à camisola, goleamos os italianos. Eram quase 3000 adeptos contra os 38000 mil da Juventus e podem surpreender-se mas o único momento em que ouvimos os adeptos italianos a cantar foi quando marcaram o golo, o tempo que restou os cânticos ouviram-se em bom português.

Mas não há vitórias morais e ainda há uma outra luta (díficil) pela frente, há um campeonato que foge há quase quatro épocas e é nisso que têm de se concentrar toda a chama do dragão. Mas, antes disso, um breve resumo do que foi a participação azul e branca. 

Como terceiro classificado da Liga Portuguesa, a equipa de Nuno Espírito Santo viu-se obrigada a jogar o play-off da champions eliminando a Roma, depois do empate caseiro a uma bola e da vitória em terras italianas por 3-0. Seguiu-se a fase de grupos em que o FC Porto terminou na segunda posição depois de vencer por 1-0 em casa e 2-1 fora ao Club Brugge, de empatar em casa (1-1) e fora (0-0) com o Copenhaga e ao perder fora (1-0) e a ganhar em casa (5-0) frente ao Leicester. Um caminho de altos em baixos que adiou a passagem aos oitavos para a última jornada, mas que acabou por ser feliz. Foi um percurso difícil, com uma eliminação complicada de gerir, mas face às adversidades, o carater dos jogadores foi aquilo que de melhor ficou.

Resta agora lutar por aquilo que ainda resta, e que é o mais importante, o campeonato. Mas, enquanto adepta, vejo em cada um dos jogadores a mística que há muito tempo faltava. Que no domingo a fortaleza do dragão ajude a voltar as vitórias. 





Filipa Mesquita

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

O Respeito está de novo imposto


Esta época, o campeonato português tem sido muito marcado por diversas queixas dos três grandes em relação à arbitragem.

Já não é de hoje nem de ontem que se fala de arbitragem, mas normalmente era ao contrário, ou seja, os grandes eram beneficiados e os pequenos coitados.

Neste momento, já Porto e Sporting se reuniram com o Conselho de Arbitragens, tendo ambos os clubes se queixado de serem prejudicados em inúmeros jogos, tendo até os do Norte falado em vinte penaltys por marcar a favor dos dragões.

A verdade é que o barulho fez efeito e a hierarquia foi reposta. Na passada seixa feira, o Porto venceu o Tondela por 4-0, resultado avantajado mas com asos a muita polémica, com um penalty marcado a favor do Porto que não era penalty, marcado ainda o jogo estava 0-0, tendo o golo desbloqueado o jogo, e uma expulsão contra o Tondela, em que ainda não se sabe o que o jogador fez.

Sim, também houve um penalty por marcar a favor do Porto já a acabar o jogo, mas o grande beneficiado foi o clube do Norte, que se viu a ganhar por 1-0 no momento de maior aperto, quando o Tondela estava por cima do jogo e logo de seguida a jogar contra 10 jogadores.

Com este exemplo quero dizer que o barulho está a fazer efeito e, se no inicio da época os grandes se queixavam de ser roubados, agora nem falam, uma vez que o respeito foi de novo imposto.

Exceção feita com o Benfica, que tem tido jogos, principalmente na primeira volta, onde foi beneficiado em certos jogos, mas depois de reuniões de Porto e Sporting com o conselho de arbitragem, tem sido preudicado e afrontado no jogo contra o Braga, tendo o CA nomeado para arbitrar o mesmo árbitro que tinha expulsado Rui Vitória.

De notar que o jogo em Braga foi o primeiro do técnico encarnado depois de 3 jogos afastado do banco devido a expulsão. Por essa razão, os encarnados pediram uma reunião com o Conselho de Arbitragem.

Desta feita podemos concluir que existe no campeonato português muita hipócrisia por parte dos 3 grandes, isto é, quando são prejudicados vêm a público falar, culpar os outros, mas quando são beneficiados ninguém os vê em público a admiti-lo.

Bárbara Pereira

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

FC Porto: será este o regresso aos títulos?



Foi em 1893 que foi fundado o grande clube do Norte, o Futebol Clube do Porto. Um emblema carregado de história e tradição. Caracterizado por muitos como um dos clubes mais históricos de sempre. Lembrando, ainda, que tem na presidência, Jorge Nuno Pinto da Costa, o presidente com mais títulos em todo o mundo... Isto tudo para fazer uma retrospetiva daquilo que os dragões foram, o que atualmente são e aquilo que ainda podem vir a ser. 
Apesar de, ainda, ser o clube português com mais títulos no século XXI, está desde 2013 sem ganhar qualquer título... É indiscutível que se vive uma crise, crise essa agravada pelos problemas da SAD, pela Taça de Portugal perdida na última época e, sobretudo, pelas más exibições na Liga Portuguesa que tem afastado o clube orientado, atualmente, por Nuno Espírito Santo do primeiro lugar...

Mas, uma coisa de cada vez...

Desde a época 2010/2011 que não via um FC Porto tão lutador... Certo e sabido é que ao comando de André Villas Boas o FC Porto venceu o campeonato português com mais 21 pontos do que o segundo classificado, venceu a Taça de Portugal ao Vitória de Guimarães e, ainda, a Liga Europa frente ao SC Braga. Nas duas épocas seguintes venceu o campeonato e, até agora, nem mais um título... Como é que se explica esta queda? Tão drástica? Transferência de jogadores? Mudança de treinador? Instabilidade na SAD? Os motivos podem ser muitos mas, a meu ver, tem faltado o mais importante, o amor à camisola, o respeito pelo emblema que carregam ao peito.

Mas, este ano, as coisas estão diferentes... o espírito é completamente diferente daquele vivenciado a época passada... umas das mais apáticas que me recordo. Ficar em terceiro lugar, perder a final da prova rainha... foi duro, ainda é.

Há pressentimentos que não devemos ignorar, até podemos não ser campeões, mas há muito tempo que não se via este FC Porto a lutar assim... depois de um mês tão dificil como o de Novembro... o fim do ano foi um recomeço... Podem até chamar de milagre, mas aquela galinha preta no jogo frente ao Braga e aquele golo do miúdo Rui Pedro aos 95 minutos... foi um sinal, mais que não seja de mudança.

Este ano vamos ter campeonato, tal como no ano passado entre os rivais de Lisboa... a diferença agora é que este FC Porto pode, realmente, fazer a diferença, pode voltar a vencer, as condições são favoráveis e só dependem deles próprios.  

A vitória frente ao Sporting foi uma motivação, a chegada de Soares uma arma secreta de Nuno e os miúdos da formação continuam a ser a principal esperança de um equipa que tem tudo para voltar a ser o que era.

Os dados estão lançados, a roleta vai rolar... mas na mente fica esta equipa que na defesa tem uma muralha, no meio campo o exército e no ataque a arma secreta... a ver vamos quem vence a guerra do campeonato português!




Filipa Mesquita

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Clássico é clássico e vice-versa


82! São estes os clássicos disputados entre FC Porto e Sporting, jogados na cidade Invicta. Este sábado irá disputar-se o 83º, com os dragões a levarem uma vantagem esmagadora de 44 vitórias, contra somente 14 dos leões. Pelo meio 14 empates, no entanto este é um resultado que já não se verifica desde 2009, quando os dois emblemas empataram a zero.

Esta é uma partida onde as duas equipas apostam forte, mas onde os verde e brancos têm mais a perder. Caso o Sporting seja derrotado, pode ficar novamente a dez pontos do Benfica e a nove dos azuis e brancos, ficando praticamente arredados não só da luta pelo título, como do segundo lugar que dá entrada directa na Liga dos Campeões.

No entanto uma vitória leonina, relança o conjunto de Jorge Jesus na disputa da segunda posição e a possibilidade, de ainda poder aspirar ao campeonato. Do outro lado está o FC Porto, que numa temporada que tem sido de altos e baixos, tem no clássico a hipótese ainda que há condição, de assumir a liderança da tabela.

Para isso basta vencer e esperar por aquilo que fará o Benfica diante do Nacional. Um empate, ou mesmo uma derrota frente ao Sporting, não deixaria de todo os dragões de fora da luta pelo campeonato, já que no máximo ficariam a três ou quatro pontos das águias. Com 14 jornadas ainda por disputar tudo continuaria em aberto.

Os dados estão lançados, os jogadores esses prometem dar tudo, os técnicos já têm as tácticas preparadas, para levarem a sua equipa à vitória. Como diz o outro, clássico é clássico e vice-versa, venha de lá o 83!

Diana Fonseca

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

André Silva: de promessa à afirmação!


O futebol é caracterizado pelo poder que tem em mover multidões! Hoje falo de um jovem talentoso jogador que tem feito correr muita tinta na imprensa.
André Silva... o jovem de 21 anos que conquistou o coração das adeptas de vários clubes rivais e que vai carregando o peso da equipa do FC Porto às costas. 

O jovem avançado português fez toda a formação no FC Porto e, foi apenas, na época passada que se estreou na equipa principal, precisamente no clássico frente ao Sporting, em que o clube de Alvalade venceu...
Não foi uma estreia feliz, a todos os níveis, a exigência do encontro não ajudou a que o avançado portista mostrasse as suas qualidades... Mas foi conseguindo arranjar espaço na equipa e foi já no fim da época que deu cartas!! Marcou o primeiro golo pela equipa principal na última jornada frente ao Boavista, mas foi na final da Taça de Portugal que brilhou ao marcar dois golos ao Braga levando o jogo para as grandes penalidades. Nessa mesma época, para além de garantir o lugar na equipa principal, também foi considerado o melhor jogador da segunda liga ajudando a equipa do FC Porto B a vencer o campeonato.

As expectativas eram altas, as exigências idem aspas... mas o português não tem temido e tem sido fulcral na equipa de Nuno Espírito Santo.
Infelizmente, vejo por aí muitos críticos, mas esses mesmos críticos esquecem-se que estamos a falar de um jovem ponta de lança, uma posição problemática na nosso futebol e, para além disso, é a primeira época como titular na equipa do FC Porto. Foi precisamente esta época que se estreou pela equipa das quinas e já leva quatro golos... Em 29 jogos o portista já marcou 17 golos e ainda só estamos em Fevereiro.
Neste momento André Silva arrisca-se a superar Simão Sabrosa e pode, inclusive, tornar-se no maior goleador português do século XXI. O camisola 10 leva neste momento 12 golos na Liga NOS, estando assim, a seis golos dos 18 de Simão Sabrosa.

Neste momento André Silva é a referência atacante de um clube como o Futebol Clube do Porto. É muita pressão, mas não o afeta... Aquilo que caracteriza este jovem talento é a entrega total ao jogo desde o primeiro minuto ao último. As perspectivas são boas, tendo em conta que André Silva tem muito para dar e muito tempo para evoluir! O próximo teste é já este sábado... frente ao Sporting. A pressão é muita, mas a qualidade também!